Revista Literária CNSA

Um olhar sobre da segunda metade da literatura do século XIX do alunos do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora

A Esperança de Augusto dos Anjos

Por: Tayná Reis

A Esperança

A Esperança não murcha, ela não cansa,
Também como ela não sucumbe a Crença.
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança.

Muita gente infeliz assim não pensa;
No entanto o mundo é uma ilusão completa,
E não é a Esperança por sentença
Este laço que ao mundo nos manieta?

Mocidade, portanto, ergue o teu grito,
Sirva-te a crença de fanal bendito,
Salve-te a glória no futuro – avança!

E eu, que vivo atrelado ao desalento,
Também espero o fim do meu tormento,
Na voz da morte a me bradar: descansa

Impressionante os vários significados que autor dar a palavra ‘esperança’, faz com que essa pequena palavra torne-se grande por conta dos muitos significados.  Augusto dos Anjos diz que a esperança é algo que não murcha, diz que muita gente é infeliz por desconhecer essa palavra de grande importância e, sendo assim, acabam entrando no mundo da ilusão. O Autor relata que é a esperança que dar asas aos nossos sonhos, portanto, devemos renovar nossos sonhos a cada dia, dando assim asas a nossa esperança, e por fim, diz que enquanto estivermos esperança, teremos um futuro de glória e salvação. São esses os relatos desse poeta singular, que por meio de suas obras, tenta trazer palavras de alerta para seus leitores.

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