Revista Literária CNSA

Um olhar sobre da segunda metade da literatura do século XIX do alunos do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora

Cronologia de Lima Barreto

1881 – Afonso Henriques de Lima Barreto nasce no Rio de janeiro, a 13 de maio Machado de Assis publica Memórias Póstumas de Brás Cubas.

1887 – Em dezembro, morre sua mãe, de tuberculose galopante.

1888 – Abolição da Escravatura.

1889 – Proclamação da República.

1890 – Instalação da Assembleia Nacional Constituinte.

1891 – Deodoro da Fonseca fecha o Congresso Nacional; contragolpe de Floriano Peixoto leva-o ao poder para restaurar a ordem constitucional.

1893 –  A Armada revolta-se no Rio; Revolução Federalista no Sul.

1894 – Prudente de Morais assume a presidência da República.

1895 –  Morre Floriano Peixoto. Concluída a instrução primária, Lima Barreto entra para o Ginásio Nacional.

1896 – Conclui os primeiros preparatórios no Colégio Paula Freitas.

1897 – Ingressa na Escola Politécnica do Rio de Janeiro.

1898 – Campos Sales inicia seu governo como presidente da República.

1902 – Rodrigues Alves assume o poder e começa a reconstruir e sanear o Rio de Janeiro. Lima Barreto colabora em jornais acadêmicos, escrevendo para A Lanterna, a convite de Bastos Tigre.

1903 – O pai enlouquece e Lima Barreto é obrigado a deixar a faculdade para sustentar a família. Ingressa como amanuense na Secretaria da Guerra.

1905 – Passa a trabalhar como jornalista profissional, escrevendo uma série de reportagens para o jornal Cor­reio da Manhã.

1907 – Funda no Rio a Revista Floreal.

1909 – Morte de Afonso Pena; Nilo Peçanha o substitui. Aparece em Lisboa o romance Recordações do Escrivão Isaías Caminha, publicado pelo editor M. Teixeira.

1910 – Hermes da Fonseca inicia o governo das “salvações nacionais” .

1911 – O Jornal do Comercio começa a publicar em folhetins o romance Triste Fim de Policarpo Quaresma.

1912 – Lima Barreto colabora no jornal A Gazeta da Tarde, onde publica, além de relatos folhetinescos, a sátira Numa e a Ninfa.

1914 – Venceslau Brás chega ao poder em meio a grave cri­se econômica. Em agosto, Lima Barreto é recolhido pela primeira vez ao hospício.

1916 – Abusando do álcool e levando uma vida desregrada, é internado para tratamento de saúde, interrompendo sua atividade profissional e literária.

1917 – Crises e greves operárias alastram-se pelo país. Lima Barreto atua na imprensa anarquista, apoiando a plataforma libertária dos trabalhadores.

1918 – Por ter sido considerado “inválido para o serviço público”, e aposentado de seu cargo na Secretaria da Guerra.

1919 – Epitácio Pessoa assume a presidência da República. Aparece o romance Vida e Morte de M. F. Gonzaga de Sá. Lima Barreto é novamente recolhido ao hospício.

1922 – Semana de Arte Moderna em São Paulo; Lima Barreto morre em sua casa, no Rio de Janeiro, de colapso cardíaco.

Anúncios

Navegação de Post Único

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: