Revista Literária CNSA

Um olhar sobre da segunda metade da literatura do século XIX do alunos do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora

Monteiro Lobato

José Bento Renato Monteiro Lobato nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, em 18 de abril de 1882. Contista, ensaísta e tradutor, este grande nome da literatura brasileira foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX. Formado em Direito, atuou como promotor público até se tornar fazendeiro, após receber herança deixada pelo avô.  Diante de um novo estilo de vida, Lobato passou a publicar seus primeiros contos em jornais e revistas, sendo que, posteriormente, reuniu uma série deles em Urupês, obra prima deste famoso escritor. Foi também um  importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções implantando uma série de renovações nos livros didáticos e infantis. Seguido a seu precursor Figueiredo Pimentel (“Contos da Carochinha”) da literatura infantil brasileira, ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis que têm como estilo de escrita linguagem simples onde realidade e fantasia estão lado a lado que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária.Suas personagens mais conhecidas são: Emília, uma boneca de pano com sentimento e idéias independentes; Pedrinho, personagem que o autor se identifica quando criança; Visconde de Sabugosa, a sabia espiga de milho que tem atitudes de adulto, Cuca, vilã que aterroriza a todos do sítio, Saci Pererê e outras personagens que fazem parte da inesquecível obra: O Sítio do Pica-Pau Amarelo, que até hoje encanta muitas crianças e adultos.  A outra parte de sua produção literária , consiste em contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, crônicas, prefácios, cartas, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro, e um único romance, O presidente negro, o qual não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças,e outros como O Choque das Raças, Urupês, e o Escândalo do Petróleo. Neste último livro, demonstra todo seu nacionalismo, posicionando-se totalmente favorável a exploração do petróleo apenas por empresas brasileiras. No ano de 1948, o Brasil perdeu este grande talento que tanto contribuiu com o desenvolvimento de nossa literatura,morrendo com 66 anos  no dia 4 de julho em São Paulo.

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