Revista Literária CNSA

Um olhar sobre da segunda metade da literatura do século XIX do alunos do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora

O Príncipe dos Poetas Brasileiros: Olavo Bilac

Por Katianne Ramos da Silva

Filho de Brás Martins dos Guimarães Bilac e de Delfina Belmira dos Guimarães Bilac, Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac, ou simplesmente Olavo Bilac, nasceu no dia 16 de dezembro de 1865. Ingressou no Curso de Medicina do Rio de Janeiro com apenas 15 anos, porém não chegou a completar o curso e nem o de advocacia que faria posteriormente. Na verdade Olavo Bilac manifestava o seu fascino pelo poder das palavras. Tornou-se jornalista, crítico, inspetor da Instrução Pública e membro do Conselho Superior do Departamento Federal. Seu primeiro texto publicado foi o soneto “Sesta de Nero” no jornal Gazeta de Notícias e recebeu ótimas críticas. Através dos seus textos ele mostrava a realidade presente de sua época e como nacionalista, a pátria era tema constante de suas obras assim como a mulher. Outra característica era o uso da perfeição, além de demonstrar sua habilidade de versificação e pureza da língua.

    Em oposição ao governo de Floriano Peixoto, foi perseguido e preso, ficando quatro meses detido na Fortaleza da Laje no Rio de Janeiro. A publicação da Obra Poesias em 1888 fez com que ele se consagrasse em um grande poeta brasileiro pertencente da escola Parnasiana Brasileira e em 1907 é eleito Príncipe dos Poetas ao lado de Alberto de Oliveira e Raimundo Correia, a Tríade Parnasiana. No mesmo ano  luta em prol do serviço militar obrigatório, que para ele era uma forma de combater o analfabetismo. Bilac recebeu o título de professor honorário da Universidade de São Paulo, foi membro fundador da Academia Brasileira de Letras. Tinha uma atenção especial à literatura infantil. Além dos poemas, produziu crônicas, poesias satíricas e livros escolares.

    Olavo Bilac não constituiu família, seu grande amor foi Amélia de Oliveira irmã do poeta Alberto de Oliveira, chegaram a ficar noivos,mas por causa do outro irmão dela o noivado foi desfeito. O Príncipe dos Poetas morre no dia 28 de dezembro de 1918 no Rio de Janeiro com apenas 53 anos.

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