Revista Literária CNSA

Um olhar sobre da segunda metade da literatura do século XIX do alunos do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora

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Curiosidades sobre Augusto dos Anjos

Por: Caíque Queiroz e Carmelita Rocha

  • Nasceu no Engenho Pau d’Arco na Paraíba do norte no dia 20 de abril de 1884 e morreu em Leopoldina em 12 de novembro de 1914. Augusto dos Anjos costumava colocar sempre um pé de tamarindo que ainda existe na terra onde ele nasceu. Costumava compor seus poemas de cabeça gesticulando e normalmente em voz alta o que fez a sua irmã pensar que ele sofria de problemas psiquiátricos. Devido a ele mencionar muito sobre a tuberculose em seus poemas, as pessoas achavam que havia falecido disso, mas realmente foi vítima de pneumonia, uma doença que naquela época era rara.
  • “Eu e outras poesias” é um livro feito de sua obra “Eu” e outras poesias de Augusto dos Anjos que foram acrescentadas. Ele trazia elementos pré-modernos, embora seu aspecto linguístico fosse determinado para o realismo-naturalismo. 

Curiosidades sobre Olavo Bilac

  • O nome Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac, quando dividido em sílabas poéticas se torna um perfeito verso Alexandrino, este que é composto por doze sílabas. Em geral, o verso mais longo, em estrofes isométricas. Presente em poesias extremamente trabalhadas gramática e foneticamente, como as parnasianas.·.
  • Olavo Bilac foi o primeiro motorista a sofrer um acidente automobilístico no Brasil. No ano de 1897, Bilac acabou perdendo o controle do seu Serpollet e o bateu contra uma árvore na Estrada da Tijuca, no Rio de Janeiro – RJ.·.
  • Olavo Bilac viajava muito, mas sempre que regressava havia festa na Colombo. Ele dizia que só se sentia mesmo no Brasil, ao regressar de uma viagem, quando pisava na Colombo. Essa devoção é hoje retribuída pela casa, de maneira singela, através do batismo de um de seus mais saborosos pratos: o Peru a Bilac.·.
  • Em 1892, Olavo Bilac e o escritor Raul Pompéia tiveram uma grande desavença. Um texto de uma revista dirigida por Bilac criticou Pompéia. Acusava-o de sofrer de “amolecimento cerebral” por masturbar-se muito à noite ao lembrar-se de beldades que via na rua. Pompéia, que tinha dificuldades com as mulheres, revidou dizendo que seus desafetos eram “marcados pelo estigma do incesto”. Era uma referência a Bilac, que dizia não precisar de filhos, pois já tinha seu sobrinho. Para resolver a questão, organizaram um duelo de espada, que não foi realizado.
  • O primeiro automóvel veio para o Brasil, em 1893, um Daimler a vapor. O primeiro acidente foi causado pelo poeta Olavo Bilac. Ele bateu em uma árvore em 1897.
  • Em 1889, o jornalista João Carlos Pardal Mallet desafiou Olavo Bilac a um duelo, ofendido com a saída do poeta do jornal A Rua, sob sua direção. Marcado para 19 de setembro, o confronto foi adiado 2 vezes porque a polícia os vigiava. Finalmente, no dia 24, Pardal Mallet e Bilac se enfrentaram, sem testemunhas, com espadas. A luta durou apenas 4 segundos. Mallet foi ferido na barriga, sem gravidade. Foi o bastante para que, conforme as regras, a luta terminasse.·.

Curiosidades sobre Cruz e Sousa

Por Fernanda

  1. João da Cruz e Sousa, o precursor do simbolismo no Brasil, era também chamado de o Poeta Negro.

  2. Faleceu a 19 de março de 1898 no município mineiro de Antônio Carlos, num povoado chamado Estação do Sítio, para onde fora transportado às pressas vencido pela tuberculose. Permaneceu sepultado no Cemitério de São até 2007, quando seus
    restos mortais foram então acolhidos no Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa, no centro de Florianópolis.

  3. A relação entre tuberculose e literatura é antiga. Aqui vão outros grandes poetas brasileiros que também morrem com a doença: Castro Alves, Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Augusto dos Anjos, Manuel Bandeira, etc.

  4. Cruz e Sousa é um dos patronos da Academia Catarinense de Letras, representando a cadeira número 15.

  5. Homenagens: Há no município de Florianópolis, onde ele nasceu, uma casa antiga ao lado da praça XV de Novembro, chamada de palácio Cruz e Sousa, onde encontram-se seus restos mortais. Além disso, vários municípios o homenageiam usando seu nome para nomear ruas e avenidas.

     

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